03 Novembro, 2009

OVELHA NÃO É PRA MATO

Eis o mês de novembro. Começaremos de forma light, descontraída. E para isso, nada melhor do que palhaços.

Fazia tempo que eu tava procurando este vídeo pra mostrar pro Duca Duarte. Acabei encontrando ontem, pois ele faz parte da campanha do BAFICI, Festival de Cinema Independente de Buenos Aires.
Trata-se de algo assim como, digamos, "ovelha não é pra mato".

Abraços e bom início de semana...



OKIDOKI
D.G.M.
03.11.2009

29 Outubro, 2009

FINAL DE SEMANA MINEIRO

Neste final de semana vou a Juiz de Fora, MG, para o Festival do Primeiro Plano com o Cortejo Negro (assim como o Grêmio, ele ainda vive...). É um festival para filmes de estréia de diretores.

O site do Festival:

Pra quem não conhece ou não viu ainda, posto abaixo o Making of do A Invasão do Alegrete, captado pelo Rodrigo e editado pelo Marcelo, e o do Cortejo Negro, este feito por alunos da Unisc.

Abraços





OKIDOKI
D.G.M.
29.10.2009

20 Outubro, 2009

ALEGRETE INVADE PORTO ALEGRE

Pessoal,
Nesta quinta-feira, dia 22.10, acontece o lançamento do nosso curta-metragem A Invasão do Alegrete na casa de Cultura Mário Quintana. Não poderia haver lugar melhor em Porto Alegre para isso
(Atenção Marquinhos e Formiga: o Mário Quintana é Alegretense de nascimento...)
A função começa... bem, o convite está logo abaixo e todos serão bem-vindos. Mesmo os de Uruguaiana, nosso bairro mais populoso e mais a oeste.
Esperamos todos lá, e depois um bebes na Cidade Baixa no Entreato Pub, "Bolicho da Linha" dos amigos Nadia e Artur.


OKIDOKI
D.G.M.
20.10.2009

14 Outubro, 2009

Goiânia + Goiás + Incêndio + Saquê

Finalmente conheci Goiânia. Depois de um dia de viagem, numa estadia de 3 horas no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, cheguei a capital de Goiás. Fora a espera e horas de conversa e reclamação com o pessoal da TAM, a viagem até que foi interessante. Embarquei de São Paulo com Fernandão, Iarley e todo o time do Goiás. Fiquei mais tranquilo pois avião com time de futebol, ainda mais um que está nas primeiras posições de um campeonato, não cai. Eu sei que já caiu um, mas a possibilidade é a mesma que o avião do Lula cair, impossível. Mas antes de embarcar, seguro e confiante neste troço que inexplicavelmente (não adianta tentarem me convencer, é perda de tempo) voa, e por horas, consegui a façanha de disparar o alarme de incêndio do aeroporto. Sabe aquela cena que o vilão, para sumir no meio da multidão, dispara o alarme de incêndio e arma uma confusão, com pessoas fugindo desesperadas, umas por cima da outras, sem qualquer sentimento de solidariedade, enquanto o bandidão rouba um carro no estacionamento e foge? Bem, isso só acontece no cinema, principalmente em filmes B. É que eu passei um bom tempo encostado na porta de incêndio, trancada e com lacre de segurança. E não é que ele rompeu. A porta se abriu e começou uma sirene insuportável em todo o aeroporto. E???? Ninguém se mexeu. Não vi uma criatura levantar de sua cadeira, ou uma histérica gritar por socorro, mães desesperadas com filhos no colo, homens lutando com suas pastas para ver quem cruza mais rápido a porta de fuga, saques nas lancharias mais caras do mundo (um absurdo). Nada, ninguém mexeu um dedo de medo. E eu, meio envergonhado, fui ficando tranqüilo. Pelo visto não tinha assustado ninguém. a única alteração foi que, finalmente e depois de 2 horas, fomos chamados para o embarque. A única reação foi do chefe de segurança do Goiás, parado ao meu lado e louco pra chegar em casa (tinham tomado 3 do Cruzeiro), disse agradecido:
- Vocês gaúchos são foda mesmo. Quando não dá na conversa resolvem no grito mesmo, uai. (Uai? Esse Goiano pra mi era mineiro).

O Festival foi legal. Reencontramos amigos, conhecemos (eu, o Pablo e nossos estômagos) a maravilhosa, misteriosa e temperada comida Goiana, gastamos nossos estoques de remédio para o estômago, vimos ótimos filmes, tomamos algumas cervejas, encontramos o Davi e a Roberta e, não ganhamos nada. Nem chegamos a tempo de ver nosso filme devido ao atraso nos nosso vôos (o Pablo veio noutro, com o time do Corinthians... brincadeira). Além disso, fomos apresentado ao clima quente de Goiânia, seco e sem brisa, muito parecido com o de Santa Maria.

Ah, o Pablo conheceu o saquê, mas não sei se ele lembra de alguma coisa. Só sei que ontem ele andava coando uma panela de arroz em casa com uma garrafa de canha do lado. Vai que...
E ainda bota a culpa na comida dos caras...

Era isso, só pra registrar...

Final do mês: Juiz de Fora. Tomara que eu embarque com o time do Botafogo, daí a piada vai ficar melhor... bÉ...

OKIDOKI
D.G.M.
14.10.2009

08 Outubro, 2009

BRIGA DE TOUROS

Pra descontrair esta semana pesada, umas imagens lá de São Francisco do Pinhal.

Pra quem fazia tempo que não via, ou pros meus queridos leitores mundo afora que não conhecem, esta é uma briga de touros. Na hora da recolhida, quando se juntam com a vacaria e os terneiros, os grupos de touros se misturam e vira uma batalha que só uma mordida de cusco no garrão consegue separar os bichos...

Final de semana vou a Goiânia, numa mostra de Cinema com o Alegrete.
Abraços a todos




OKIDOKI
08.10.2009
D.G.M.

05 Outubro, 2009

LA NEGRA E LA CUCARACHA

Quem cresceu, assim com eu, escutando Mercedes Sosa, tinha na imagem dela uma releção maternal. Isso era muito estranho pois as vezes eu quase confundia na minha cabeça a imagem de La Negra com a de minha mãe. Foi dela que veio a admiração e o respeito pela cantora Argentina, e continuado nos anos seguintes pela minha irmã, que também deve ter este mesmo sentimento maternal que eu desenvolvi ao longo dos anos, mas com uma enormidade maior de respeito, admiração e idolatria.

Cresci escutando Gracias a La Vida nas fitas cassetes de minha mãe, destrinchando as letras de suas músicas e ouvindo as incríveis histórias de sua vida e de como ela tinha participado da minha e da minha família. Lembro o pai contando do famoso show no Musicanto, em Santa Rosa, abaixo de chuva e com ares de Wodstoock. Semana passada, quando estive lá, fiz questão de perguntar pra algumas pessoas sobre o show, se elas estavam lá. Muitos lembravam como um fato marcante em suas vidas.
Parece que ela recém tinha voltado da Europa, sedenta de justiça social, altamente politizada por la nueva música Argentina, e no palco transparecia isso com muita força e energia, fazendo com que sua voz ficasse mais alta ainda, para ser escutada com clareza por toda a América Latina.

Meu primeiro encontro com Mercedes foi em 2007, em sua turnê pelo país. Sabia que ela estava doente e que poderia ser minha última oportunidade de vê-la e conhecê-la pessoalmente. A Shana havia feito algumas participações em shows dela, e depois faria outras, e tinha acesso ao camarim e amizade com a família, principalmente com o filho que cuidava da carreira dela. O show estava lotado e emocionante. Cheio de personalidades da política gaúcha, principalmente os da Esquerda, ou que um dia foram, que cantavam e vibravam com um lenço vermelho que por um momento ela agitou, sentada em sua cadeira já cansada da doença. Nem o famosos NO, NO, NO TE VÁS surpreendente do público brasileiro, por se tratar de um pedido de bis argentino, algo como MAIS UM, MAIS UM, foi capaz de fazer La Negra voltar para um mais um número. Estava chegado ao fim para todos, mas para mim ainda era reservado um momento final, e especial.

Amontoados na porta do camarim, pedindo acesso e reclamando tratamento de vips ou amigos íntimos de Mercedes, pude ver vários músicos gaúchos e aqueles emocionados políticos de antes. Queriam entrar e saudar Mercedes. Queriam uma foto, um último contato. Mas foram barrados sem qualquer cerimônia. Nós, para a surpresa desses todos, entramos autorizados pelo filho de Mercedes. Na frente, a Shana, comigo e com a mãe pelas mãos. Orientados por ele (pena não lembrar seu nome, ontem mesmo vi sua cara triste no velório da mãe) esperamos na porta até que ela se preparasse. Em seguida, entramos em seu camarim e fomos recebidos por uma divindade, uma rainha num altar centralizado e rodeado de flores e presentes. A Shana foi logo lhe dando um beijo, trocaram carícias íntimas e a Shana, visivelmente emocionada, apresentou a mim e a mãe para ela. A mãe soluçava choros. Eu estava mais na vontade enorme de toca-la para comprovar se era de verdade, se não estava na frente de algum ser que vemos apenas em revistas, ou homenageamos como santos em altares de capa de disco.

(escrever em espanhol para mim é uma dificuldade, então desculpem qualquer erro)

- Mercedes, este é mi hermano, Diego! - disse a Shana.
- Hola Diego. Viene acá.

Eu me aproximei e lhe dei um beijo. Fiquei acocado na frente dela, que me olhou firme nos olhos e, como faria minha mãe depois de estarmos longe por muito tempo, no papel de una madre protetora e cuidadosa, ela disse:

- Tiene ido a escola?

Na hora eu fiquei emocionado, numa mistura de alegria e surpresa. Ela tinha, num instante pleno de atenção dedicada a mim, que estava ajoelhado em sua frente como a esperar uma benção, se comportado como a mãe distante que sempre tivera sido. E não perdeu a oportunidade de num momento, no único e verdadeiro momento de encontro em nossas vidas, mesmo que estivéssemos sempre juntos pela forma como eu a escutava e ela por saber e ter consciência de ter outros filhos como eu, se portar com o compromisso de saber que eu precisava de uma educação correta para saber, quem sabe, finalmente e aos poucos destrinchar as suas letras que falavam tanto de liberdade, igualdade social e justiça.

Sou grato a minha irmã por aquele dia que nunca esquecerei. Sou grato a La Negra por ter tocado na minha infância, me amadrinhado na adolescência e me acompanhado na vida adulta. Ela ainda vai tocar muito em mim e para mim. E seria diferente se minha mãe não tivesse dito, eu ainda pequeno e com meus irmãs ao lado, que ela era a maior cantora do mundo. E quando ela cantava, todos cantavam. Mesmo abaixo dágua, mesmo no computador, na fita cassete, ou em meu coração por muitos e muitos dias que ainda virão sem eu poder reencontrar com ela.

Ontem perdemos também a Cuca. Ela vinha doente e agonizando já a alguns dias, duplicando o sofrimento de minha mãe. A gente se apega aos bichos, não adianta. A Cuca era parte da família, e segundo a mãe, por vezes até falou. Parece brincadeira, mas eu acredito nela. Se pensarmos nas diversas formas de comunicação existentes podemos entender como um bicho tão pequeno pode se expressar para nós, transmitir alegria e conforto, ajudar nos momentos difíceis e se alegrar conosco. A Cuca sabia exatamente o que acontecia ao seu redor, sabia diferenciar a verdadeira face de todos nós, e transmitia uma energia positiva por se comportar sempre como um ser humano carinhoso que por descuido divino não pode ser gente. Ou era, e somente se protegia das coisas ruins de ser um humano em quatro patas.
A Cuca não gostava de crianças pois elas a tratavam como um brinquedo devido ao seu tamanho. Mal sabiam elas, e nem tinham como saber devido a pouca idade, que a Cuca amadureceu antes de todos nós, e duma forma que nunca entenderemos.

A semana começa triste e com perdas. Seja pela perda daquela que admirávamos pelo talento e pela importância e toda a nossa vida, ou pela perda de uma pequena cachorrinha de nome Cuca, que não gostava de pisar da grama, quase não latia, e que no Natal era vestida de Mamãe Noel pra gente não esquecer das coisas importantes de vida como amizade, companheirismo, fé na gente e nas pessoas, amor, alegria. E fazíamos isso na imagem de uma cachorrinha que, se quisesse, em todos os Natais pegaria cada um de nós no colo para fazer lembrar de tudo isso. Mas ela não fazia. Não porque não pudesse. A Cuca não gostava de lidar com crianças. Elas não lhe entendiam devido a pouca idade que tinham. Daria muito trabalho, e ela preferia a descrição de sua idade adulta, e ficava toda de vermelho, deitada no sofá e nos olhando envoltos em presentes e sorrisos breves.

Ficamos duplamente órfãos. E saudosos...


OKIDOKI
D.G.M
05 e 06.10.2009

23 Setembro, 2009

RUMO A SANTA ROSA

Bem,
Encerrados os trabalhos de captação do Doc Semana farroupilha, vamos agora para Santa Rosa, numa mostra dos filmes premiados no Festival de Gramado.

Deixo umas foto da equipe do Doc, e outra com parte da Equipe 2.




Bom final de setembro a todos...

OKIDOKI
D.G.M
23.09.2009

17 Setembro, 2009

PROIBIDO ESTACIONAR

Com a colaboração de Pablo, mostro em primeira mão as fotos de nosso querida vizinha "A Estátua", numa de suas "jornadas" em frente a casa Zé.




OKIDOKI
D.G.M.
17.09.2009

11 Setembro, 2009

BOCA-ABERTA



Hoje, chegando na Produtora abaixo de chuva, estacionei o carro bem em frente e encontro a Estátua parada em frente ao portão. Explico: a Estátua é uma senhora que anda (anda???) aqui pelo bairro. Bem, na verdade ela anda pouco, e normalmente a encontramos parada. Simplesmente ela fica parada numa esquina, na praça. Na hora do almoço ela pára em frente as lancherias e restaurantes. E fica até lhe alcançarem algo para comer. Depois sai. Pelo menos eu acho pois nunca tinha visto ela se mover, até hoje, o dia em que encontrei ela em frente a produtora.
Bem, então desço do carro, contorno a Estátua e começa abrir o portão. A chave emperra e não consigo abrir. Dou uma olhada pra ela, que sorri.
- Tem um sapato pra me dar?
Meu Deus, ela fala!!! Nem sabia disso.
A Estátua estava com um guarda-chuva, cheia de sacolas e com os olhos pintados com uma sombra azul. Acho que estava de baton vermelho também.
- Tem um sapato, moço?
E eu me molhando. Consigo abrir a produtora e entro apressado, já meio encharcado.
- Vou ver, Senhora.
Eu sabia que não tinha. Ora sapato na produtora! Só os meus. Se ela tivesse pedido abacates, violão, mate, câmeras, computadores, uma serenata. Até um guarda-chuva eu acho que conseguia, mas sapatos???
Bem, mas fui atrás de um, com pena da Estátua e feliz por ela ter falado comigo. Tava louco pra contar pro pessoal quando chegassem...
- Gente, a Estátua fala. Hoje ela falou comigo.
Acho que eles não iam acreditar.

Fui até a cozinha e encontrei uns pacotes de bolachas. Acho que isso serve.
Saí da produtora e alcancei pra Estátua. Fiquei entre a porta e a grade.
- É o que tenho, senhora.
- Já serve - diz ela.

Ela sorriu pra mim. Eu sorri pra ela. A porta da produtora bateu e fechou. Ela se assustou, ficou séria. Eu olhei pra porta e "que merda". A chuva, de sacanagem, aumentou.
- Putz, fiquei trancado pra fora - falei pra ela.

Ela séria, resmungou algo. Não entendi nada, mas foi algo entre "que azar" e "que baita boca-aberta".
Tentei inutilmente abrir a porta. Ela, solidária (pelo menos eu acho) ficou ali, na parte de fora, embaixo do guarda-chuva, séria, me olhando enquanto eu pensava pra quem ligar e pedir socorro. Escolhi a Shana. Então era esperar.

Me cheguei pra perto da marquise pra pegar menos chuva e ela ali, me olhando. Ô situação constrangedora. Bem, mas não podia perder aquela oportunidade. Vou puxar um assunto.

- A senhora...

Foi eu falar e ela resmungar algo "bem, obrigado, vou indo". E saiu andando.
- Meu Deus, a estátua anda!!
E ela foi, bem devagarinho, com o pacotes de bolachas, embaixo do seu guarda-chuva, com os olhos pintados de azul e com a boca pintada de vermelho-eu-acho.

E a Shana chegou. Chegou de pijama.
- Que baita boca-aberta.
- Fui dar uma bolacha pra Estátua e fiquei trancado.
- Pra quem?
- Pra Estátua. Ela tava parada na porta da produtora quando cheguei.
- Sério? Ela tava aqui?
- Sim, falei com ela...
- Ela fala??? Sério?
- Sim. Resmungou algo depois que lhe dei um pacote de bolachas e saiu andando...
- Não!!! Tu viu ela "andar"??? Jura???
- Sim, vi - orgulhoso, já entrando na produtora ensopado.
- Meu Deus, não acredito que perdi isso - já entrando no carro de pijama.

Não sei se ela realmente acreditou, Talvez pelo fato de eu estar ali todo molhado, trancado entre as duas portas, tenha ajudado a minha história a ser mais verdadeira. Mas vamos saber isso somente amanha. Se a Shana chegar na produtora e dizer "O Diego é um baita boca-aberta e ficou trancado entre as portas da produtora" é porque ela acha que eu menti. Mas se disser "Gente, a Estátua anda, e fala" é porque acreditou.

Se eu estivesse descalço quando ela chegou podia ter ajudado. No outro dia ela ia ver a Estátua com as minhas botas numa esquina, parada com seu guarda-chuva, com os olhos pintados de azul e com a boca vermelha-mastigando-bolacha. Mas daí já ia ser forçassão de barra.

Boca-aberta sim, pés descalços, não.

OKIDOKI
11.09.2009

31 Agosto, 2009

NÓS, OS GAÚCHOS

Passada a ressaca de Gramado, engatamos logo um novo projeto que deve estar concluído no final de novembro de 2009. Trata-se de um documentário sobre uma das maiores festas populares do Brasil: A Semana Farroupilha.
O filme vai focar no evento de 2009 em Porto Alegre, e explorar a festa como uma atração turística, cultural e histórica, apresentando suas inovações e as pessoas e seu envolvimento nestes quase 30 dias de comemorações do que foi a mais longa guerra civil no Brasil.

Mas o doc não vai ser uma aula de história, e sim um filme onde será apresentado para o Brasil e para os estrangeiros o porque de se comemorar uma data tão importante para os gaúchos, com muito churrasco, muito chimarrão e um pouco de pinga, que ninguém é de ferro...

Segue uma imagem do filme...
(Fotografia de Juliano Xupetex Lopes)



OKIDOKI
D.G.M.
31.08.09